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Alimentação Saudável

Written By CACHORRO BOM on quarta-feira, 12 de outubro de 2011 | 02:53



A boa saúde do cão está diretamente relacionada com uma boa alimentação
Isto é realmente um lugar comum, mas nem sempre este aspecto é tomado em consideração, seja por ignorância ou por desleixo do dono.
Alimentar bem o cão é fornecer-lhe os nutrientes necessários e de forma equilibrada, os quais se encontram numa boa ração sem ser necessário recorrer a outras fontes ou complementos.

No ser humano a alimentação será tanto mais rica e completa quanto mais variada ela for. No regime alimentar do cão a situação é completamente diferente, porque o seu organismo não aceita facilmente essas variações.


Aliás, adoptado um tipo de ração, esta deve manter-se sempre. Se por qualquer motivo houver necessidade de mudar de ração, não se deve passar de uma para a outra bruscamente, mas ir misturando gradualmente uma na outra. Com este cuidado evita-se que o cão venha a sofrer de distúrbios digestivos.


A ração é um alimento completo, constituindo assim a solução ideal por possuir todos os ingredientes necessários sem ser preciso adicionar-lhe outros produtos. Só em casos especiais, e apenas por prescrição do médico veterinário, a ração deverá conter aditivos (cálcio, vitaminas, 

Rações}

Onde se encontra uma boa ração?

Dada a enorme variedade de marcas e de produtos dentro da mesma marca, não é fácil proceder à escolha. De facto, se na produção de alimentos para os próprios seres humanos se fabricam artigos de qualidade muito duvidosa, é de pôr em dúvida o fabrico de alimentos para os animais, pois estes não têm o poder de crítica e de escolha como por princípio têm as pessoas.

Fabricar uma ração que seja do agrado do cão não deve ser difícil. Mais problemático será produzir um alimento que lhe agrade e que simultâneamente possua todos os ingredientes necessários para uma alimentação completa e ainda que não lhe cause quaisquer distúrbios digestivos e outros. Ora isto paga-se caro.

As rações que aqui estão a ser referidas são as secas, apresentadas sob a forma de granulado. Há rações húmidas, enlatadas, que são mais apetitosas para o cão, mas cuja conservação não é tão fácil. 
Hábitos e vícios:
Se o cão não for habituado de pequeno à ração, logo quando deixa de alimentar-se do leito materno e inicia a sua alimentação com produtos sólidos, dificilmente mais tarde aceitará comer apenas ração. O cão prefere SEMPRE a nossa comida ou outra parecida.

As vantagens da alimentação feita exclusivamente com uma boa ração já foram atrás referidas. Não foi salientado um aspecto que é o da comodidade. Dar apenas ração ao cão é prático e é seguro.


Acontece, porém, que a maioria das pessoas não consegue administrar este regime alimentar com esta rigidez e cede facilmente aos caprichos do cão. Depois é tarde.


Assim, não vale a pena fazer de conta que esta situação é rara ou não existe mesmo e valerá a pena dar algumas indicações sobre tipos de alimentos que eles não devem ou podem comer sem problemas.


Sim, de fato pode tornar-se a alimentação deles mais agradável e apetitosa, sem contudo isso constituir um fator importante ou necessário para a sua nutrição.


O que eles não devem comer

Não devem comer a nossa comida:

1º A nossa comida normalmente tem uma quantidade de sal excessivo que é prejudicial à saúde das próprias pessoas e igualmente aos animais.


2º Os temperos usados na culinária (especiarias) são úteis apenas para os humanos, porque tormam a alimentação mais agradável e, usados moderadamente, estimulam o apetite e a digestão. Mas são prejudiciais para o cão.


3º Dar da nossa comida ao cão é obrigá-lo a um regime alimentar variado, que não é aconselhável como já foi referido.



Alimentos absolutamente contra-indicados:
Chocolate, todos os produtos que contenham açúcar (bolachas, etc.), enchidos, salgados, conservas, batata, pão, leguminosas (feijão, grão, ervilhas, etc.)
Também não devem comer a ração própria para cachorros e para gatos, por possuirem doses elevadas de proteinas e outros ingredientes desaconselhados.

Alimentos contra-indicados mas dados muito moderadamente e apenas como guloseima: queijo, fiambre. (Tanto um como o outro são muito gordos e muito salgados, principalmente o queijo).


O que eles podem comer: carne cozida, peixe cozido, ossos cozidos, arroz, massa, cenoura, fruta. O requeijão ou queijo fresco podem ser dados moderadamente.


Dicas:

Deste último grupo convém optar apenas por um tipo de carne, por exemplo carne de bovino. Coze-se sem sal e adiciona-se-lhe massa ou arroz com uma cenoura ralada. No recipiente (onde o cão come) deita-se em quantidades iguais uma parte de ração e outra de massa com carne cortada aos bocadinhos, misturando-se bem. Normalmente o cão escolhe primeiro a massa e a carne e só depois vai à ração. Por isso a quantidade deve ser bem calculada. Se for em demasia ele já não come a ração e isto não deve acontecer, porque perde exatamente a parte do alimento que é completo.
Em vez da massa (ou arroz) e carne, pode misturar-se ração húmida (enlatada).


Regime alimentar:
O cão adulto, por norma, faz duas refeições por dia, sendo a da noite a mais substancial. Ou apenas uma ao fim do dia. O regime a estabelecer depende dos hábitos das pessoas e dos hábitos criados no próprio cão.

Um princípio a ter em conta é o de não forçar ou aliciar o cão a comer. Tal como as pessoas eles também têm dias em que não têm apetite e isso não significa que tenham adoecido.


Se passarem um ou mesmo dois dias sem comer, não lhes faz mal nenhum e esse jejum até pode ser benéfico. Se a falta de apetite persistir, claro que é conveniente consultar o veterinário.

O dono deve estabelecer o equilíbrio e não ceder aos caprichos do cão, deixando-lhe criar vícios.

A guloseima “natural” é a mais garantida. O queijo ou o fiambre é uma solução, mas dados sempre moderadamente.



Ossos:
Os ossos artificiais (enrolados de pele de vaca) não são propriamente uma guloseima. Quem lhes pega são os cachorros pela necessidade que têm de roer.

Os ossos naturais estão na fronteira entre a guloseima e a alimentação normal. Os ossos têm a vantagem de os entreter aliviando-lhes o stress, de lhes limpar os dentes, de lhes fornecer cálcio de forma natural e finalmente, de lhes dar um enorme prazer.


Não é aconselhável dar ossos longos de aves, por exemplo de perú, porque ao partir estilhaçam em forma de farpas que podem perfurar o tubo digestivo.

Dar-lhes ossos naturais para roer uma vez por semana faz-lhes bem e é uma festa para eles.




PUBLICADA POR VICTOR MARQUES.
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